SEDE DE PELE: A APOSTA DA DURATEX PARA O DESIGN SENSORIAL EM 2026
Em meio a uma rotina cada vez mais digitalizada, o design de interiores vive um movimento de reconexão com o que é físico, sensorial e humano. Essa virada ganha força em 2026 com o conceito de “Sede de Pele”, uma leitura que traduz o desejo crescente por texturas, relevos e superfícies que convidam ao toque e que tem sido amplamente explorada por marcas como a Duratex e pelo ecossistema de inovação da DEXCO.



A busca por experiências mais táteis surge como resposta direta ao esgotamento digital. Relatórios recentes da WGSN apontam que consumidores estão cada vez mais interessados em materiais que estimulem os sentidos e tragam presença emocional aos ambientes. Nesse cenário, a Duratex se destaca ao investir em padrões e superfícies que vão além da estética, priorizando profundidade visual, naturalidade e riqueza sensorial.



Linhas como Thera e Design mostram como a indústria vem traduzindo esse comportamento em soluções concretas para arquitetos e designers. Padrões como Teka Soho, Nogueira Thar e Freijó Imperial evidenciam uma materialidade que se aproxima da madeira natural não apenas visualmente, mas também pela textura e pela experiência tátil, reforçando a ideia de que o espaço precisa ser percebido pelo corpo e não apenas pelo olhar.



Essa abordagem integra pesquisa de comportamento, inovação tecnológica e desenvolvimento de produtos, criando um equilíbrio entre tecnologia e sensibilidade humana. Ao colocar a materialidade no centro do projeto, a Duratex redefine o papel da casa contemporânea, que passa a ser entendida como refúgio emocional, onde texturas naturais e relevos sutis promovem acolhimento e bem-estar. Assim, a Sede de Pele se consolida como uma das principais direções para 2026, reforçando o compromisso da marca com superfícies que estimulam o toque e devolvem ao morar sua dimensão mais humana.


