POR QUE A TEXTURA DOS AMBIENTES PODE INFLUENCIAR AS SENSAÇÕES NO DIA A DIA

A relação entre arquitetura e bem-estar também passa pelo toque. Na neuroarquitetura, a experiência dos espaços é compreendida de forma multissensorial, considerando como cores, formas, sons, aromas e texturas participam da maneira como percebemos e vivenciamos um ambiente. Nesse contexto, as superfícies presentes no cotidiano podem contribuir para criar sensações de conforto, acolhimento e conexão.

Texturas orgânicas, relevos suaves e materiais que remetem à natureza tendem a despertar associações sensoriais ligadas ao conforto e à familiaridade. Essa relação está presente no conceito de hapticidade, que representa a experiência tátil ativa e mostra como o corpo percebe características de um ambiente por meio do contato e da proximidade. A textura deixa, assim, de ser apenas um recurso estético e passa a participar da experiência espacial.

Atenta a essa conexão entre materialidade, percepção e bem-estar, a Durafloor vem desenvolvendo revestimentos que unem estética, tecnologia e estímulos sensoriais. Pisos com veios de madeira e micro relevos, como Freijó Imperial e Oásis, buscam reproduzir não apenas a aparência, mas também a experiência tátil associada aos materiais naturais.

A proposta faz parte do conceito “Essencialmente Confortável”, que valoriza escolhas conscientes para os espaços de morar e reforça a importância de criar ambientes que sejam agradáveis aos sentidos. A madeira, por exemplo, traz referências visuais e táteis encontradas na natureza e pode ajudar a construir uma atmosfera mais acolhedora e equilibrada.

Essa percepção também pode ser ampliada pela continuidade entre diferentes superfícies. A combinação entre pisos e painéis no padrão Freijó Imperial cria uma leitura visual mais fluida, reduzindo rupturas entre os elementos e contribuindo para uma atmosfera de maior unidade e aconchego.

Ao incorporar diferentes estímulos sensoriais ao projeto, a arquitetura ganha novas possibilidades de criar experiências. No caso das texturas, o convite é perceber o espaço também pela pele, pelo contato e pelas sensações que os materiais despertam. Uma escolha que pode transformar a maneira como nos relacionamos com os ambientes onde vivemos.